Até à próxima
Até à próxima Numa noite toldada de inverno, me apaixonei! Estava escuro, e pela beleza me encantei! Cá fora, tudo negro, nem estrela nem lua. Pelo encanto embarquei, na linda falua. Foi à noite, foi a noite de breu que me enganou! A falta da lua, a luz, que a meus olhos faltou. Não me deixando ver o conteúdo da embalagem, Continuando por mais alguns invernos viagem. Até me dar conta que o sumo de tinha alterado. Para a próxima que me apaixonar, será de dia, De dia e com o sol bem alto, de meio-dia. Para que possa reflectir do interior o resultado. A alvura, candura, a inefável vénus, Levará de novo, talvez, ao altar a fazer jus!…